Transcrição do Episódio 0:00 [música de introdução] Diretamente da maior comunidade cientista de dados do Brasil, a gente traz Data Hackers News, as notícias mais quentes da área de dados AI e tecnologia, direto do podcast Data Hackers. 0:18 Eu sou Monique Femme e junto comigo eu trago ele, Paulo Vasconcelos, pra gente discutir as notícias dessa semana. E aí Paulo, como que cê tá? Fala Monique, beleza? Fala pessoal, tudo certinho. 0:30 Tô aqui de volta, semana passada não, não estava aí, tinha uma, finalizando minha, minhas férias aqui. E aí Monique, o que que aconteceu nesse momento que eu tava sem olhar a internet aí? 0:39 Eu parei de usar, olhar a internet, os cara fazem pix do, do, do Twitter na conta errada, né? [risos] Tipo, eu tenho que ficar olhando a internet pra não acontecer nada, né cara? Brincadeira. Exatamente. 0:51 [risos] Mia Murat sai da OpenAI e anuncia no t-- no, faz um tweet quanto a isso, né? E a gente não consegue ver aqui no Brasil. Olha aí, ó, tá vendo? 0:58 Teve também o evento da Microsoft, é, nos últimos tempos aí, aqui em São Paulo, né? Veio lá o Satya Nadella pra cá. Sim, da Meta também semana passada, né? Exatamente. 1:07 Muita coisa acontecendo aí enquanto cê tava sem internet, sem Wi-Fi, só sinal de fumaça, viu? [risos] Bom demais. Vou começar então a semana trazendo os destaques aí, né? Exatamente. Bora pras notícias dessa semana. 1:20 [música de transição] E vamos de primeira notícia, porque a OpenAI dobra de valor com novo investimento, hein, Paulo? Caraca, é dinheiro. É muito dinheiro envolvido, viu? 1:32 [risos] Porque a OpenAI foi avaliada lá no início do ano com oitenta e seis bilhões de dólares e agora ela está sendo avaliada por investidores ao montante de cento e cinquenta e sete bilhões de dólares. O quê? 1:46 Um aumento aí que representa mais ou menos quarenta e seis por cento em menos de doze meses, hein? 1:51 E todo esse investimento contou também com a negociação de vários gigantes de tecnologia e grandes investidores privados, ao mesmo tempo em que ela passa por uma turbulência interna. 2:01 A OpenAI levantou seis ponto seis bilhões de dólares em novos financiamentos, encerrando ali um complexo processo de captação de recurso. 2:10 Os investimentos tão avaliando a startup em cento e cinquenta e sete bilhões de dólares, um total que coloca ela no mesmo nível de capitalização do mercado, de nomes conhecido como, por exemplo, a própria Uber. 2:21 Mas Paulo, eu quero saber o que você acha de tudo isso, né? 2:25 Uma vez que uma semana atrás a gente anunciou aqui no Data Hackers News a saída da Mia Murat, e também a notícia fala sobre essa possível turbulência interna que a OpenAI tá passando, uma vez que ela tem esse investimento aí do próprio mercado. 2:38 É legal que, assim, eu acho que esse valor estratosférico de investimento, a gente só tá vendo agora por conta de uma mudança de estratégia que tá sendo conversada, que a OpenAI vai adotar no próximo ano, que é sair de uma organização sem fins lucrativos para uma organização de fins lucrativos, né? 2:58 Olha! 2:58 Então quando cê, quando cê muda essa forma de você tocar o seu negócio, né, você acaba atraindo um tipo diferente de investidor, que muita das vezes vai tá disposto a tacar muita grana na sua empresa, como é o caso que aconteceu, né, cara. 3:10 A gente tá falando de uma empresa que- É isso...é, nos últimos dois anos assim, cresceu absurdamente a questão de investimento e esse novo rot-- essa, essa nova rodada de investimento grita pra gente assim: o hype de A ainda não acabou, os caras tão investindo muita grana nisso mesmo. 3:26 Exatamente. 3:26 Eu, particularmente, acredito que, é, o hype, ele eventualmente vai acabar, mas o, é, o valor que a IA tá ge-gerando vai continuar, vai continuar tendo, porque a gente tá criando muita coisa bacana com inteligência artificial, e quando isso se tornar mais barato, eu acho que vai ser insano, assim, de, de produtos novos que a gente vai conseguir criar. 3:43 E assim, é uma, é uma galera, né, Monique, como cê falou, que tá fazendo esse investimento. Um nome ali que me chama bastante a atenção, né, que já é famoso aí na área de tecnologia, é a SoftBank, né? Exatamente. 3:54 A gigante japonesa ali, que ela tem o hábito de tacar caminhões de dinheiro dentro da, das empresas. [risos] Ela foi envolvida recentemente, recentemente não, algum tempo atrás, aquele escândalo da WeWork, né? 4:07 Que deu todo aquele bafafá do, da, da WeWork alguns anos atrás. É isso mesmo. 4:11 E a SoftBank era, era, se não me engano, era a maior empresa investida pelo, pelo SoftBank, e era gigante assim de quantidade de investimento, e foi também uma das grandes perdas assim da, da, da SoftBank em questão de investimento. 4:24 Então, assim, ela falou, eles colocaram quinhentos milhões, né, pelo que a notícia fala, e um outro nome que eu achava, que eu fiquei curioso de saber que tava nessa lista, Monique, mas que acabou sa-- ficando de fora, é a própria Apple, né. 4:37 Dizem que a Apple foi uma das empresas que foram conversadas, cogitadas para fazer esse processo de investimento também. Só que parece que isso caiu por terra porque, enfim, acho que por motivos. 4:48 E o que eu, o que eu achei engraçado é que geralmente isso não é uma estratégia da Apple, né? 4:53 A Apple não tem- Exatamente...tanto estratégia de investir assim tanto em, em empresas, e ela já tem uma parceria, né, com a OpenAI através lá do Apple Intelligence, né, e, e tudo mais. 5:05 Então assim, é uma baita notícia que mostra o mercado ainda bem quente, um assunto bem quente ainda, a ponto dos caras colocar esse valor de grana pra criar novos produtos, evoluir a plataforma e tudo mais. Exatamente. 5:19 E antes que o Elon Musk volte aí novamente, né, falando sobre essa questão da OpenAI, de ser ou não uma empresa com ou sem fins lucrativos, né, que ele, não sei se foi esse ano, se não foi no final do ano passado, que ele quis dar uma, como eu falo, uma repercutida aí, né, em todo esse movimento. 5:35 Sim. 5:35 O que a gente não pode deixar de esquecer é que a OpenAI hoje ela tá à frente duma questão tecnológica relacionada à inteligência artificial e vai ter momento, como por exemplo esse, em que a gente vê esse, esse tanto de investimento que tá sendo colocado na própria empresa, de que ela vai ter que fazer essa passagem, né, saindo de uma startup ou saindo de uma empresa sem fins, sem fins lucrativo, até mesmo pra justificar Todo esse investimento e essas evoluções- Uhum! 6:03 Que ela vai ter ali ao longo do caminho, né? Sim. Então, eu sei que a gente tem essa, essa sensação muitas das vezes de, de perder ali nesse quesito de open source, né, de contribuição e tudo mais. 6:15 Só que ao longo do tempo, isso vai se tornando tão grande, que não tem como você não, não passar pra, pra tomar essa decisão olhando pro negócio e pra que ele se mantenha ali nos próximos anos, né? Total. 6:27 Ou quem sabe como sendo essa referência que ela foi aí nos últimos tempos, né? Total. 6:31 E lembrando que esse tipo de investimento, as-- os caras não necessariamente tão buscando um lucro absurdo nesse, nesse primeiro momento. 6:39 Embora seja esse valor astronômico, a gente tem que lembrar que às vezes esses investimentos, hã, são empresas que não tão gerando lucro ainda, mas eles tão fazendo isso porque acreditam na, na competitividade que essa empresa vai ter. 6:51 É, um caso muito comum que foi disso, foi do Spotify, por exemplo, que por anos e anos ele tava dando prejuízo, mas tornou-- mas sem receber investimento. 6:59 E quando vo-- começou a dar, a dar lucro, é, se tornou a empresa de streaming mais usada do, do mundo, né, ninguém bate com o Spotify assim em questão de tamanho de plataforma de streaming de música. 7:09 Então, é, quando esses investimentos em, na, na OpenAI também, ela é em questão de, hã, barateamento de solução, pra-- não sei se tem alguma coisa envolvida daquele plano deles de criar uma fábrica de chips de AI também. 7:22 Isso, exatamente. Isso era um dos pontos que pra mim, assim, eu fico pensando, né, porque o Sam Altman, principalmente esse ano, ele falou muito sobre es-sobre essa questão. 7:29 E a gente até comentou aqui o quanto que se gasta, né, o quan-o quanto se investe pra você produzir esses chips. Sim, muita gente tá buscando isso, né? Exatamente. 7:38 Então será que tá dentro do plano estratégico deles a produção desses chips, né? Como que vai ser tudo isso. 7:43 E aí exige que você tenha, teoricamente, um investimento muito grande ali de outras empresas que apostem aí na própria OpenAI, né? Monique, a real é que eu quero saber como é que esses caras vão gastar essa grana. 7:54 Quero ver chegar que produto pra gente, quero saber como é que vão criar coisa nova, o que que vão liberar, se vão baratear a-a API aí pra gente usar. Exatamente. 8:03 O novo valor do plano do ChatGPT pra brasileiro, isso que eu quero saber como é que vai chegar. Dinheiro na mão dos outros eu não quero saber, não. Eu quero saber pra mim o que que vai chegar. 8:10 Vamo ficar de olho, né, Paulo? Vamo, vamo ver a próxima versão aí quanto que vai custar, quantos dólares vai custar por licença aí, quem sabe, né? Quem sabe, quem sabe. Exatamente. 8:24 Olha, Paulo, essa próxima notícia aqui me fez questionar a minha capacidade humana, viu? Porque agora bots conseguem resolver cem por cento de captchas. Como é que é o negócio? 8:36 Se você já precisou passar por um captcha e selecionar, sabe aquele quadradinho da imagem pra identificar que você era um humano? 8:44 Agora, uma nova pesquisa afirma que bots executados localmente estão usando modelos de reconhecimento de imagem que são treinados para igualar o desempenho do nível humano de um captcha, alcançando uma taxa, sabe de quanto? 8:58 De cem por cento, ou seja, um bot que não é humano. Mas e aí, Paulo, o que que cê vê com toda essa evolução aí? 9:07 Eu já agora tô meio assim, receosa se na hora que eu clicar no quadradinho, né, desculpa a bicicleta, aí tem uma pontinha do pneu assim no outro quadrado, né, se ele vai identificar que eu sou um robô ou não, né? 9:18 Exatamente, sempre bato nessa dúvida. Eu tenho, eu tenho que preencher o quadradinho que tem o pneuzinho da, da moto, né? Como é que é, cara? Ô, mas é insana essa notícia, né? 9:26 De o, tipo, a pes-- a pergunta é: você é humano? E literalmente ela cai por terra com esse tipo de solução. Exato. 9:33 Mas brincadeiras à parte, pessoal, hã, isso foi uma pesquisa feita, né, por um grupo de pesquisadores de Zurique. O que que acontece? Existe uma ferramenta de detecção de objeto muito famosa chamada Yolo, que 9:44 ela é tipo estado da arte pra detecção de, de objetos, é uma ma-- uma das maiores bibliotecas de frameworks de computer vision e tudo mais. E o que que eles fizeram? 9:54 Eles pegaram o Yolo e fizeram fine tune, treinaram uma subversão aprimorada do modelo com dados do recapt-- do recaptcha ver-versão dois. 10:03 E aí, que é aquele, né, tipo assim, identifique a foto que tem escada, que tem navio, que tem luz de semáforo, coisas desse tipo. E aí esse modelo conseguiu resolver cem por cento do, dos-- cem por cento dos casos, né. 10:18 É claro, assim, ele tá fazendo isso na versão dois do recaptcha, que é da Google, né, esse ver-- esse recaptcha é da Google. 10:24 E a, mas a Google já tem a versão três e parece que tem uma certa dificuldade, certo desafio e, e tudo mais, mas muitos sites usam ainda o recaptcha versão, versão dois. 10:34 Mas assim, acho que é um es-- eu gosto desses estudos assim que tipo, putz, vamo testar a tecnologia, os limites dela, como que ela consegue, se e- se ela consegue adequar a mudança completa de comportamento, tipo, usando bots ao invés de humanos e, e, e coisas do tipo. 10:50 Então você vê ali, tipo, é, por ser um paper, é bem bacana que você, que você consegue identificar como que foi a linha de raciocínio dos pesquisadores, quais foram os desafios. 10:59 Então, por exemplo, esse modelo ele consegue, é, identificar alguns objetos melhores do que outros. Por exemplo, é, bi-- é, motos, ele tinha assim um, é, sessenta por cento, sessenta e nove por cento de- Olha! 11:11 De acurácia, assim. É, mas quando era, hã, por exemplo, hidrante, hidrante ele mandava bem pra caramba, por exemplo. [risos] É um clássico, né? Exato. O hidrante é um clássico, né? 11:23 [risos] Hidrante que também, é, tá junto com, com o semáforo ali. É isso. 11:27 E lembrando que o recaptcha, o recaptcha ele cons-- se você erra, ele te dá outra tentativa, né, então nessa segunda tentativa ele conseguiu resolver cem, cem por cento do tempo e tudo mais. 11:36 Então assim, eu acho que esse tipo de, de uso de bots, com o uso de outras ferramentas como VPNs, com outros scripts e tudo mais, vai ser um desafio pra essa questão de provar que você é humano, né. 11:48 Acho que a gente, o, o recaptcha aqui, né, de mu-- de que o, a, o artigo fala, é só a ponta do iceberg que vai ser esse desafio de você identificar se a pessoa é ela mesma ou não, né. 11:57 A gente já, já viu golpes sendo aplicado de pessoas que usam fotos de pessoas pra aplicar golpe em bancos, por exemplo. 12:05 Tipo, ele colocar-- eu já vi um cara que ele us-ele usava uma máscara da pessoa pra em-- usar aplicativo de, de banco pra, pra poder usar a, acessar a conta do, do, do usuário e tudo mais. 12:16 Então assim, esse é só, é só um exemplo assim, mas é um caso interessante, curioso de uso de bot pra tentar resolver um desse problema. Eu chego à conclusão que o que vai chegar não é a Skynet, Paulo. 12:27 São os bots que vão dominar tudo, né? A gente até anunciou aqui. É, exatamente. Lembra do-- há semanas atrás, sobre o bot que foi criado pra poder, é, ganhar royalties dos- Foi De músicas, né? 12:39 O cara criou, criou, usou bots pra criar música e bots pra ouvir a música. Olha que loucura. Exatamente. E agora o bot que mostra que você não é humano. Onde iremos parar com esses bots, né? Pois é, pois é. 12:51 Mas é isso, vamo ver aí qual que será, qual que é o próximo bot que será criado aí, né? Sensacional. 13:04 E a última notícia aqui, Paulo, é que tem uma ferramenta do Google aí sendo lançada, que resume vídeos do YouTube e áudios. 13:12 Bom, a gente já falou aqui nas últimas semanas do lançamento dos Chromebooks da Google, mas o que vem chamando a atenção mesmo é a plataforma dela, a Notebook LM, que é um assistente de pesquisa por inteligência artificial personalizado, alimentado pelo modelo mais capaz do Google, que é o Gemini 1.5 Pro. 13:31 O mais engraçado, pelo menos pra mim, é que quando você entra ali na plataforma, lembra muito pouco da estética da Apple, né? 13:37 Mas a plataforma permite você criar cadernos personalizados, alimentar ali com vídeos do YouTube ou arquivos de áudio, até mesmo, é, subir ali documentos pra permitir que a inteligência artificial faça alguns resumos, responda perguntas sobre arquivos e até mesmo crie podcasts baseados nesses documentos ou anotações. 13:59 Tudo isso pode ser usado gratuitamente, sendo necessário apenas que você tenha ali uma conta do Google pra você, pra você poder fazer o login. Muito doido. E aí, Paulo, já começou a utilizar essa ferramenta? 14:11 Cara, e, e tipo assim, é, a gente falou sobre essa ferramenta na newsletter já, né. 14:15 Muita gente conheceu a ferramenta pela newsletter que a gente colocou lá, porque realmente parece que tem pouca gente que tava sabendo dessa ferramenta até, até pouco tempo. 14:24 E ela é uma plataforma que tem umas, umas funcionalidades muito ba-- muito interessantes, cara. Essa questão do podcast, ela é insana. Você sobe um documento e ele gera um podcast pra você sobre o documento. 14:35 Já avisei que vai dar merda isso. É isso. Cara, assim, tem, é, tem umas, uns usos de inteligência artificial que eu acho muito bacanas, tipo assim, que produto de inteligência artificial que eu acho muito bacana. 14:46 Esse é um exemplo deles, de você, cê sobe um resumo de um... Imagina, por exemplo, um, um report de uma ação de investidores que você, de uma ação que você tem. Você pega esse report, aquele PDFzão- Exato. 14:58 E joga, e, e jo-e joga isso lá pra, pra pessoa poder u-usar. Então eu achei, acho muito doido. Teve inclusive um cara, Monique, que ele fez uma, uma brincadeira com esse bot, que ele subiu um, um PDF- Olha. 15:11 Falando que os apresentadores do podcast descobriram que eles são inteligências artificiais, que eles não são humanos. Nossa! E os caras começaram a fazer um podcast sobre isso. 15:21 Então é tipo assim, o cara mó triste falando sobre isso, tipo, dando a notícia, o cara mais triste. Então, cara, é muito maneiro, muito maneiro, acho que vale a pena testar. 15:29 A internet não perdoa, não tem limite, né, Paulo? [riso] Eu acho que vale a pena testar, que é muito bacana. Fala aí. 15:35 É, e o mais legal é porque a Google também lançou agora em outubro, né, eu não sei se vai lançar, mas a notícia do, do, há semanas atrás é que agora em outubro ela lançaria as novas versões dos Chromebooks, né, que eles fizeram em parceria com a própria Samsung e também com a Lenovo, se eu não me engano. 15:51 Uhum. E nas versões do, do próprio Chromebook, eles comentaram um pouco sobre essa questão da usabilidade do notebook, do Notebook LM, né. 15:58 Então a gente começa também ver esses avanços ali da Google, e eu até falo sobre essa questão de parecer muito a estética da, da própria Apple mesmo. Uhum. 16:07 Porque coloca eles também ali num patamar utilizando o próprio Gemini 1.5 Pro, mas também e-eu vejo uma, uma forma de competir também com os produtos também da Apple, né. 16:18 A gente comentou aqui sobre essa questão da, da própria Apple investir ou não na Open AI. 16:23 A gente já falou aqui em outros momentos sobre essa questão de que a Apple demorou muito pra investir na inteligência artificial, começar a falar sobre isso, mas todas essas usabilidades, assim, dá uma certa curiosidade de, de utilizar e saber como que isso tá acontecendo. 16:37 Ainda mais por ser de uma forma gratuita, que cê pode só acessar. A gente vai deixar aqui o link pra você- Exato. Dar uma olhada e já utilizar, né, Paulo? Exato. 16:44 E, e aí lembrando a notícia que eles adicionaram agora o suporte pra YouTube e áudio, né, então você pode resumir áudio. Então, é, a ferramenta parece ser muito poderosa. 16:53 Eu, principalmente por a gente poder usar os nossos documentos para gerar insights, pra gerar análises e, e tudo mais. Eu quero testar mais com documento em português. Não testei nenhum pra te falar, te falar a verdade. 17:04 Então ver como é que ele funciona em português também, mas por tá usando o Gemini, eu acho que ele manda bem também ne-nesse, nesse aspecto. 17:10 Mas enfim, tô, tô animado com esses produtinhos assim, que às vezes não vai mudar nada na nossa vida, Monique, mas que é muito divertido de, de usar assim. É. 17:20 Que mostra um bom exemplo de uso de inteligência artificial, né? Ô Paulo, será que dá pra gente, é, resumir os áudios, aqueles áudios gigantescos do WhatsApp, por exemplo? Putz. Dá aquele resumo pra gente? 17:30 [riso] Se for, aí sim ele muda minha vida. Aí sim mandar no grupo da família, que manda os podcast de cinco minutos de áudio, né? Exatamente. Sobe o áudio lá, já sai um resumo. Quem sabe, né? Olha... Exatamente. 17:42 Tá aí pra gente pensar. Quem sabe a gente pegar o State of Data e passar também ali, fazer, mandar ele gerar o podcast do relatório do State of Data. Pode ser bacana também. É isso mesmo. 17:52 Logo mais tamo aí abrindo as submissões, mas... É isso aí. Vou, vou utilizar. Nos próximos podcasts a gente traz ali algumas novidades do que já fizemos com essa ferramenta, né? Pode ser. 18:04 [música de introdução News] Bom, essas e outras notícias você acompanha não só aqui no Data Hackers News, mas lá na nossa newsletter semanal, acessando datahackers.news. 18:18 Vai lá, se inscreve, que toda semana sai conteúdo fresquinho dentro da área de dados e tudo que tá rolando. E aí, Paulo, bora se despedir? É isso aí, pessoal. Obrigado aí pela presença de vocês novamente. 18:30 Não esquece de assinar nossa newsletter, seguir a gente no LinkedIn, consumir os outros conteúdos que a gente tem. O Data Hackers News é só um dos podcasts que a gente traz aqui da família Data Hackers. 18:38 Então segue com a gente aí também e até semana que vem. Até semana que vem. Tchau, tchau. 18:44 [música de encerramento] Esse podcast foi editado por Aerolitos, edição inteligente. 19:04 [música termina]